Alaninha Maluquete
quinta-feira, 21 de julho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Existem momentos em que fico calado demais, ando por aí apenas observando tudo, ouvindo as pessoas e vendo como se comportam, não em uma posição de superioridade, mas em uma posição de quem quer respostas. Às vezes fazemos ou sentimos coisas que nem mesmo nós entendemos, não entendo porque é mais fácil alimentar o mal do que o amor, pois de mil coisas boas que você faz, basta apenas um único erro para todas as mil passarem a valer nada, é incrível a nossa habilidade em ser indiferente, em não se colocar no lugar dos outros, em ainda querer amor de quem não se importa. Já vi muita gente procurar a felicidade em lugares errados, assim com eu também já procurei, é sedutor o veneno que se esconde próximo ao amor, imagine que o amor é uma rosa cheia de espinhos venenosos, se você não segurar com cautela poderá se envenenar, e esse veneno te faz ter ilusões, te faz ver coisas que na verdade não são a realidade, e isso faz ferir o teu coração, o problema é que muitas das vezes nós gostamos de nos envenenar, gostamos de viver ilusões, gostamos tanto que nunca admitimos isso, porque é difícil assumir a dura verdade de que somos fracos para o amor, essa verdade de que nós não somos capazes de sentir o amor de verdade, aquele amor puro, que só se entrega, que só faz o bem de quem ama sem esperar nada em troca além da felicidade daquela pessoa.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Sinto felicidade
quando vejo você sorrindo pra mim, tristeza quando te vejo com outra, confiança quando compartilhas algo comigo, medo de que volte a ser como antes. tenho lembranças de tudo que passamos, guardado em caixas pequenas douradas, que lembram a cor de seus olhos quando me vê, sorrir ou a deseja. aguento quando me conta sobre outras, e que fala sobre minhas amigas. eu respiro o mesmo ar que você e à noite é o perigo; quando inutilmente... tento te esquecer.
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